É isso aí, Jacidio chegando na área. Esse programa foi interessante. Um amigo já me avisou que vazaram oito músicas novas da Britney e que eu as terei muito em breve. Estou numa pira total, mas vamos esperar. Então The Police é o nome do jogo de hoje. Temos três matérias sobre os caras. A Amy não ficou de fora, já que logo teremos um cd novo da moça. Assim esperamos. E o mais louco, até a Mariah está dando conselhos, acreditam? Isso é muito pra mim. Espero que gostem do programa, que logo estará disponível para download. Dêem uma olhada aí em baixo que novos links fora add, beleza? Abraço e enjoy.

Link para download: http://www.divshare.com/download/2407862-c79

Mariah Carey aconselha Britney Spears

Entermagazine.com.br; A Cantora Mariah Carey é a capa da revista norte-americana Glamour em novembro.
Na entrevista, ela falou sobre os problemas enfrentados por Britney Spears e deu sua receita para que ela passe por cima dos obstáculos e volte a focar sua carreira.
“Não quero falar especificamente para ela, mas eu diria que você precisa ser muito centrada, e saber onde está espiritualmente, o tempo todo. Não leia tablóides. Não fique obcecada com o que as pessoas estão escrevendo ou dizendo. Viva sua vida por você”. “Meu estilo de vida mudou desde que comecei a fazer essas coisas”, afirmou a cantora.

The Police: ‘novo disco seria um desafio’

Entermagazin.eom.br; Ainda não há nenhuma confirmação de planos do The Police em relação à gravação de um novo disco de inéditas.
No entanto, o guitarrista Andy Summers garantiu que consideraria um desafio gravar um álbum. Para ele, a banda teria que fazer um ‘brilhante’ disco pop.
“Olharia para isso como um desafio, para fazer um álbum pop brilhante neste estágio de nossa carreira, e isso seria algo memorável”, disse em entrevista a Associated Press.

Guitarrista do Police volta a falar em novo álbum

Da AP; As cortinas vão se fechar quando a turnê de reunião do The Police acabar? Andy Summers diz que o trio, conhecido pela constante tensão interna, poderia gravar um novo álbum.
“É meio como viver com um elefante na sala. Eu vejo isso como um desafio, fazer um disco de pop absolutamente brilhante nesse estágio da nossa carreira. Seria bastante marcante”, disse Summers, de 64 anos.
O Police se separou em 1984 após ter gravado cinco álbuns e depois de enfrentar grandes problemas de relacionamento. Entre os grandes sucessos do trio inglês estão “Roxanne” e “Every breath you take”.
A turnê que comemora os 30 anos do Police começou em maio deste ano com uma apresentação no Canadá. A passagem do grupo pelo Brasil está marcada para o dia 8 de dezembro, com um show no Maracanã, no Rio de Janeiro.
Summers disse que o trio ainda precisa discutir as perspectivas de gravação de um novo disco juntos. Mas ele declarou que a turnê afiou as habilidades da banda – e, após quatro meses de reunião, criar algo novo faz sentido.
“Agora mesmo é apenas a turnê e manter tudo funcionando – mentalmente, fisicamente e musicalmente. A turnê e as viagens, tocar e a tensão de fazer isso todas as noites, tudo isso te consome”, disse o guitarrista. “É um pouco demais.”

Música: 2+2 = 5 – Radiohead

Winehouse: produtor fala sobre novo disco

Entermagazine.com.br; O produtor Mark Ronson confirmou que em breve deve voltar a entrar em estúdio com a cantora Amy Winehouse.
Embora os dois ainda não tenham decidido nenhuma data para começar as gravações do novo álbum da cantora, Ronson garante que não vê a hora de trabalhar novamente com Amy.
“Assim que acabar os trabalhos com o Daniel Merriweather, vou voltar ao estúdio com a Amy Winehouse para gravar o novo disco dela”, disse o produtor.
“Ela está morrendo de vontade de voltar ao estúdio. Estava em Londres na semana passada e conversei com a Amy de acharmos um estúdio juntos. Ela está pronta, mas estou em turnê e em novembro ela não pode ir, pois estará em turnê. Estamos vendo como vai funcionar”.
“Acho que não podemos fazer a mesma coisa novamente – não pode ter elementos dos anos 60 ou da Motown. Gostaria de fazer algo que soasse mais antigo ou mais mórbido ou como uma verdadeira parede de som. Mas não quero antecipar nada antes de ouvir as músicas que ela tem feito”, afirmou.

Ingressos para show do LCD Soundsystem em SP já estão à venda

Do G1, em São Paulo; No dia 13, toca no Via Funchal, em São Paulo (veja mais detalhes). No dia seguinte, é uma das principais atrações do festival Eletronika, em Belo Horizonte.
O LCD Soundsystem tem sido um dos nomes mais falados do ano, com o lançamento do disco “Sound of silver”.
Será a terceira vez que o grupo se apresenta no Brasil. James Murphy é um dos mentores da badalada gravadora nova-iorquina DFA, que fez fama nesta década com um rock mais voltado para a pista de dança.
 
Disco com Arcade Fire

Além de dividir o palco em uma turnê conjunta por algumas cidades americanas, os nova-iorquinos do LCD Soundsystem lançaram um disco em formato 7 polegadas em conjunto com os canadenses do Arcade Fire.
Com tiragem limitada e disponível nos sites oficiais dos grupos, o disco tem o LCD fazendo uma versão da música “No love lost”, do Joy Division, e o Arcade Fire tocando “Poupee de cire, poupee de son”, canção do francês Serge Gainsbourg famosa na interpretação da cantora pop France Gall.
James Murphy é co-fundador da gravadora nova-iorquina DFA, responsável pelo lançamento de nomes como o The Rapture e por dar uma cara diferente a faixas de Gorillaz, Chemical Brothers e outros com seus remixes.

LCD Soundsystem em SP
Onde: Via Funchal (r. Funchal, 65, Vila Olímpia, tel. 11-3089-6999)
Quando: dia 13 de novembro
Quanto: de R$ 80 a R$ 120

Música: Tears Dry own their own – Amy Whinehouse

Gravadoras viram agentes de cantores e provocam atritos

THIAGO NEY, da Folha de S.Paulo; Há uma nova ordem tomando forma no mundo musical do Brasil. Quem melhor exemplifica essas mudanças é uma cantora de 27 anos que está sendo tratada como uma das principais promessas de voz do país.
Em abril de 2006, a Ilustrada publicava reportagem sobre o encolhimento do mercado de venda de CDs, que gerou, como conseqüência, uma movimentação das gravadoras para buscar novas formas de ganho com seus artistas, como a divisão da renda da bilheteria de shows.
Essa movimentação consolidou-se definitivamente nos últimos dias, quando a Day1 fechou contrato com sua primeira artista, a cantora Ana Cañas.
A multinacional Sony BMG mudou sua razão social para Day1 Entertainment. O objetivo? Deixar de ser apenas gravadora para tornar-se “gerenciadora da carreira de artistas”.
Além de lançar o disco de Cañas, no início de novembro, a Day1 cuidará de toda a carreira da cantora: agendamento de shows, negociação de patrocínios, venda de merchandising… Em outras palavras: a gravadora virou empresária da artista.
“É um contrato direto, não tem intermediário. Se preciso de qualquer coisa, falo diretamente com eles”, contou Cañas, que protagonizou uma bem-sucedida temporada no Baretto, em São Paulo.
“Eles vão ter uma porcentagem [sobre a renda de shows], mas isso seria lógico, pois eles divulgam meu trabalho, meus shows.”
Para nomes novos, esse tipo de contrato, “direto”, sem a intermediação de empresários, está virando norma; a gravadora terá participação não apenas na venda de discos, mas em outros negócios desses artistas.
Mesmo artistas experientes estão sendo seduzidos por essa nova estratégia das gravadoras. Maria Rita, por exemplo, deixou a produtora Macuco para ser agenciada pela Warner, que lançou há pouco “Samba Meu”, o terceiro álbum da cantora.

Gravadoras x empresários

Essa nova ordem do mercado fonográfico vem causando atritos entre alguns envolvidos nesse organismo. A principal disputa ocorre entre as gravadoras e empresários de artistas.
“Eles estão pensando que show é salvação? O mercado de shows está caído. Além do caso da carteirinha de estudante, temos hoje uns 180 canais de televisão, internet, está difícil massificar um artista”, diz o empresário Marcelo Lobato, 39, da Na Moral Produções, que cuida da carreira de Marcelo D2, Pitty, Lobão, entre outros. “”Nego” tá achando que show é salvação… Eles estão chegando tarde para a festa.”
“Antigamente havia verba de marketing, para fazer clipes, adiantamento… Tudo vindo da gravadora. Agora eles querem tirar tudo isso e ainda entrar no meu negócio?”, reclama. “Não preciso de gravadora. Se quiser, eu mesmo gravo o disco do D2, prenso os CDs e coloco para vender. Posso até negociar patrocínio com alguma telefônica… O negócio deles está em xeque. Para entrar no mercado de shows, tem de ter know-how.”
“É um processo inevitável. As gravadoras não foram desafiadas a mudar o modelo de negócio delas? O outro mercado, o dos empresários, tem de se adaptar a isso”, rebate Alexandre Schiavo, diretor da Day1.
A metáfora do bolo é utilizada para ilustrar a nova ordem.
“Os empresários têm que diminuir sua fatia do bolo. Isso para manter o bolo, porque, senão, não vai mais ter bolo”, opina Rick Bonadio, 38, que gerencia as bandas CPM 22 e NXZero e que, por meio da Arsenal Eventos, trabalha em parceria com a gravadora Universal.
“As gravadoras já deveriam estar fazendo isso há tempos. Em 2001, quando saí da Virgin e abri meu selo [Arsenal Music], fiz isso: um selo com agência de entretenimento”, diz Bonadio. “Os artistas e os empresários já ganharam muito dinheiro às custas das gravadoras. E ninguém nunca agradeceu. Enquanto a gravadora era lucrativa, cada um tinha seu espaço. Agora ficou desequilibrado. A gravadora investe uma fortuna num artista e não consegue recuperar esse dinheiro apenas com a venda de CDs.”
“Não quero dividir a fatia de bolo de nenhum empresário”, afirma Schiavo. Ele cita como exemplo a relação da Day1 com a Agência Produtora -esta última é a responsável por negociar a agenda de shows de alguns artistas da gravadora.
Para Leonardo Netto, empresário de Marisa Monte e Adriana Calcanhotto, os artistas já estabelecidos não aceitarão mudar seus contratos. “São artistas que já contam com estrutura empresarial. Agora, os mais novos terão que se adaptar a esse novo mundo.”
“Por muito tempo a indústria sobreviveu apenas com a venda de discos”, afirma José Antonio Eboli, presidente da Universal do Brasil. “Hoje isso não é mais suficiente. É justo que tenhamos parte nessa nova equação.”

Música: Paris Sunrise #7 – Bem Harper

Sting é eleito o pior letrista por revista “Blender”

da Reuters, em Los Angeles; Talvez fosse o caso de Sting compor mais temas instrumentais. O ex-professor que virou roqueiro foi escolhido pela revista americana “Blender” como o pior letrista que existe, graças a versos que demonstram “uma pompa montanhosa (e) uma espiritualidade enjoativa”.
A pesquisa, na edição que chega às bancas na semana que vem, coloca o baterista do Rush Neil Peart em segundo lugar, o vocalista do Creed Scott Stapp em terceiro, o guitarrista do Oasis Noel Gallagher em quarto e o roqueiro “light” Dan Fogelberg em quinto.
A “Blender” detonou Sting por passagens como a alusão íntima ao escritor russo Vladimir Nabokov na canção “Don’t Stand So Close to Me”, do Police, por citar o adesivo de um Volvo (“If You Love Someone Set Them Free”) e por se apropriar das obras de Chaucer, Saint Augustine e Shakespeare.
Um agente do músico inglês, que atualmente está na Bélgica para a turnê mundial da reunião do Police, não quis comentar a pesquisa.
A “Blender” descreveu as letras do canadense Peart como “tapeçarias ricamente horríveis de fantasia e ciência”. Já Gallagher “parece incapaz de seguir uma metáfora num só verso, quanto mais em uma estrofe inteira”.

Música: Good Life – Kanye West

Blur original se reencontra, mas não gravará tão cedo

Do G1, em São Paulo; O grupo Blur emitiu um comunicado em que relata o encontro de sua formação original depois de cinco anos da saída do guitarrista Graham Coxon. A reunião vem sendo ventilada há vários meses, mas a nota joga um balde de água fria sobre a esperança de um novo disco ou mesmo uma turnê.
O site oficial do Blur confirmou que o cantor Damon Albarn, o baixista Alex James, o baterista Dave Rowntree, além de Coxon, almoçaram juntos no último dia 8 de outubro.
O comunicado, no entanto, aponta que “não há atualmente planos relacionados à música para o Blur”.
Coxon deixou a banda em 2002, antes do lançamento do disco “Think tank”, após diferenças com os companheiros, além de problemas com a bebida, e seguiu com sua carreira solo.
Nesse meio tempo, Albarn alcançou sucesso com o grupo virtual Gorillaz e gravou um disco com o grupo The Good, The Bad and The Queen – que conta com o ex-baixista do Clash Paul Simonon entre seus integrantes – deixando o Blur fora de suas prioridades.
Neste ano, havia sido sugerido em entrevistas dos integrantes que o quarteto inglês gravaria um disco final de sua carreira com todos os membros originais.

Mutantes define nova formação na semana que vem

Luciana Maria Sanches do Omelete.com.br; Reafirmando o que havia dito o guitarrista e vocalista Sérgio Dias, Os Mutantes vão continuar, de acordo com o empresário atual da banda, Aluizer Malab.
Quando foi anunciada a saída da cantora Zélia Duncan e do baixista Arnaldo Baptista, Dias garantiu que a banda reunida em 2006 seguiria se apresentando e gravaria um novo álbum. Segundo Malab, Dias e o baterista Dinho Leme – outro integrante original dos Mutantes – querem continuar com nova formação, afinal foram muito bem recebidos pelo público e ainda têm projetos a desenvolver.
Leme acrescentou que ele e Dias estão gravando faixas novas na casa do guitarrista, mas que apenas na semana que vem terão uma definição sobre novos integrantes na banda. Duncan deixou os Mutantes para dar mais atenção à sua carreira solo e Baptista por ter outros projetos para se dedicar, como uma autobiografia e um livro de ficção, dois álbuns da Patrulha do Espaço, sua outra banda, e uma exposição com suas pinturas e esculturas.
Parados desde 1978, os Mutantes retornaram em 2006 para uma série de shows no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos, gerando o lançamento de um CD duplo e DVD da banda brasileira tocando no Barbican Theatre de Londres em maio de 2006, com convidados como Devandra Banhart e Noah Georgeson.
Os Mutantes Live será lançado em 13 de novembro.

Menina de 17 anos ganha US$ 1 milhão na rede

da Folha de S.Paulo; Ashley Qualls, 17, é milionária, segundo o “Crain”s Detroit Business”. O dinheiro da adolescente norte-americana vem de sua empreitada internáutica.
Ela começou, há dois anos, um site para mostrar aos amigos seus desenhos de páginas para os perfis no MySpace, a mais bem-sucedida comunidade virtual dos EUA.
Agora, o www.whateverlife.com recebe, em média, 7 milhões de visitantes únicos por mês, de acordo com relato de Daniel Duggan, que acessou, com consentimento de Ashley, as estatísticas do site. O lucro vem dos anúncios no site –ela cria gratuitamente as páginas.

Música: MouthWash – Kate Nash


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