O programa até tava legal, mas por problemas técnicos não rolou tão bom. Um chiadeira, mas é detalhe. Se estiverem a fim de ouvi-lo, amanhã estará disponível para download. Vou tentar arrumar até amanhã para o inédito. Vamos ver o que dá. Abraço.

Link para Download: http://www.divshare.com/download/2032173-f8c

 Madeleine Peyroux agrada com seu jazz no festival de Ouro Preto

Fabíola Blah do G1; A platéia do Salão Diamantina, no Centro de Convenções do Parque Metalúrgico de Ouro Preto (MG), estava lotada e em polvorosa para receber Madeleine Peyroux, na noite da última sexta-feira (14). A cantora nova-iorquina, bastante elogiada por dar vida própria a composições de outras pessoas, foi a atração principal da segunda noite do festival “Tudo É Jazz”, que acontece na cidade mineira até este domingo (16).
Na terça-feira (18), a cantora estará em São Paulo, onde fará apresentanção no Via Funchal.
Mas, em Ouro Preto, Madeleine não chegou em polvorosa. Os fãs aplaudiram muito durante as quase duas horas da apresentação, mas quem não conhecia as canções de “Careless love” e “Half the perfect world”, trabalhos mais recentes da artista, ficou sentindo falta de vibração e carisma – até porque a apresentação anterior, do quinteto israelense do baixista Omer Avital, havia incendiado o público com seu jazz de ecos latinos.
Entre as canções apresentadas estava “La javanaise”, clássico de Serge Gainsbourg, que Madeleine executou tocando o violão e acompanhada somente do baixista Barak Mori. “Dance me to the end of love” – que fez parte da trilha sonora da novela Belíssima – foi reconhecida pela platéia logo aos primeiros acordes e os solos do pianista James Beard e do violonista Steve Cardenas fizeram companhia à voz de Madeleine.
Além de baixo, violão e piano, a bateria de Jochen Rueckert completa o quarteto que se apresenta com Madeleine Peyroux. A cantora se equilibra entre canções de pegada mais blues com outras de tom jazzístico e a já tão falada comparação com Billie Holliday não deixa de aparecer.
“Eu sou parte desse maravilhoso legado que é a música americana e o impacto que Billie Holliday teve dentro disso é tamanho que as pessoas talvez não percebam a importância dela para muitos artistas e cantores. Meu lugar aqui não é representá-la, mas ser parte de uma longa história, da qual me sinto muito honrada. É um trabalho de uma vida inteira para fazer o que eu faço”, disse Madeleine na entrevista coletiva à imprensa.
Assumindo-se fã da música brasileira, Madeleine destacou Elis Regina, João Gilberto e Milton Nascimento entre seus preferidos, mas admitiu não conhecer profundamente nossos artistas. “Ainda estou descobrindo mais e mais a música do Brasil e, diante de tanta qualidade, é preciso procurar com cuidado. Os cantores brasileiros são muito importantes para mim, porque tento encontrar essa qualidade meditativa que eles me transmitem”, afirmou.
Madeleine Peyroux encerrou o show em Ouro Preto cantando “Smile” e arrancando aplausos da platéia. “Essa mistura que ela faz entre jazz e blues é bem equilibrada e as canções não têm aqueles solos intermináveis, então eu gostei muito”, defendeu o bancário Matheus Cheib, 27 anos, que veio de Belo Horizonte para o festival. “Dos shows que vi, o dela foi o melhor, sem dúvida, melhor até que os shows do ano passado”, afirmou Luiza Ribeiro, 21 anos, também moradora da capital mineira.

Música: Half the perfect world – Madeleine Peyroux

Filme “Tropa de Elite” deve virar seriado na TV, diz “Outro Canal”

da Folha Online; O longa-metragem brasileiro “Tropa de Elite” –aquele que nem estreou, mas já é sucesso nas bancas de camelôs– deve ser transformado em seriado para a TV. As informações são da coluna “Outro Canal”, de Daniel Castro, e estão na edição de hoje da Folha de S.Paulo (conteúdo exclusivo para assinantes da Folha e do UOL).
Segundo a coluna da Folha, a Globo já demonstrou interesse em fazer a adaptação do cinema para a televisão. O produtor Marcos Prado afirma já ter sido sondado por outra emissora.
O filme de José Padilha (“Ônibus 174″) é baseado nas atividades do Bope (Batalhão de Operações da Polícia Militar). Com críticas ácidas não só à Polícia do Rio, como também ao tráfico de drogas nas favelas, ao consumo de entorpecentes por jovens de classe média, a políticos e ao sistema.
“Tropa de Elite” é protagonizado por Wagner Moura, o adorado vilão Olavo, da novela “Paraíso Tropical”.
Integrantes do Bope tentaram proibir a estréia do filme prevista para o dia 12 de outubro alegando que a obra “ataca a corporação e viola a honra, dignidade e até mesmo a integridade física dos policiais”.
Os pedidos foram vetados na semana passada pela juíza da 1ª Vara Cível do Rio, Flávia de Almeida Viveiros de Castro.

“Família Soprano” leva o Emmy de melhor série dramática; veja a lista de ganhadores

da France Presse, em Los Angeles; O drama “Família Soprano” e a comédia “30 Rock” foram os grandes vencedores do Emmy 2007, o Oscar da TV americana, numa premiação bastante equilibrada, que não foi monopolizada por uma só produção.

Confira os vencedores da 59ª edição do Prêmio Emmy, que teve sua cerimônia de entrega neste domingo, no Shrine Auditorium, em Los Angeles.

Melhor série dramática:
“Família Soprano”

Melhor série de comédia:
“30 Rock”

Melhor minissérie:
“Broken trail”

Melhor telefilme:
“Bury my heart at wounded knee”

Melhor ator em série dramática:
James Spader por “Boston Legal”

Melhor atriz de em série dramática:
Sally Field por “Brothers & Sisters”

Melhor ator em série cômica:
Rick Gervais por “Extras”

Melhor atriz em série cômica:
America Ferrera por “Betty, a Feia”

Ator Coadjuvante em série dramática:
Terry O´Quinn por “Lost”

Ator Coadjuvante em série cômica:
Jeremy Piven por “Entourage”

Atriz Coadjuvante em série dramática:
Katherine Heigl por “Grey’s Anatomy”

Atriz Coadjuvante em série cômica:
Jaime Pressly por “My Name Is Earl”

Melhor ator em minissérie ou telefilme:
Robert Duvall por “Broken trail”

Melhor atriz em minissérie ou telefilme:
Helen Mirren por “Prime suspect: the final act”

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme:
Thomas Hayden Church por “Broken trail”

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme:
Judy Davis por “The starter wife”

Melhor Programa de variedades ou musical:
“Daily Show” com Jon Stewart:

Melhor especial de variedades ou musical:
“Tony Bennett: An american classic”

Melhor Reality Show de competição:
“Amazing race”

Melhor Reality Show:
“Kathy Griffin: My Life On The D-List”

Melhor Desenho Animado (com menos de uma hora):
“South Park”

Melhor Desenho Animado (com uma hora ou mais):
“Where’s Lazlo?”

Melhor Programa Especial de Variedades, Músical ou Comédia:
“A Tribute To James Taylor (Great Performances)”

Melhor Ator Convidado em série cômica:
Stanley Tucci em “Monk”

Melhor Ator Convidado em série dramática:
John Goodman em “Studio 60 On The Sunset Strip”

Melhor Atriz Convidada em série cômica:
Elaine Stritch em “30 Rock”

Melhor Atriz Convidada em série dramática:
Leslie Caron em “Law & Order: Special Victims Unit”

Melhor Tema Musical original:
“The Tudors”

Melhor Letra e Música Original:
“Saturday Night Live” com Justin Timberlake cantando “Dick In A Box”

Melhor tema musical de série:
“24 Horas”

Melhores efeitos visuais:
“Battlestar Galactica”

Melhor abertura:
“Dexter”

Música: Tão Certo – MopTop

Justin e Clarkson em disco de country

Entermagazine.com.br; A cantora de country Reba McEntire vai lançar um disco de duetos ao lado de artistas como Justin Timberlake, Kelly Clarkson, Don Henley e Carole King.

Duets chega às lojas nos EUA amanhã, dia 18.

Britney Spears: single vai bem na Billboard

Entermagazine.com.br; O novo single de Britney Spears, Gimme More, continua subindo no Top 40 da Billboard de canções em rádios norte-americanas.
A música alcançou a 20ª posição do Top 40 e é a primeira vez que a cantora aparece entre as 20 melhores da parada desde o hit Every Time, de 2004.
Na Billboard Pop 100 Airplay, Gimme More subiu da 25ª para a 16ª posição. O lançamento digital da canção deve acontecer em cerca de um mês e o disco sai em 13 de novembro.

Música: Makes me Wonder – Maroon 5

Paralamas receberão prêmio de ‘lenda da música latina’

Da AFP; Os Paralamas do Sucesso serão reconhecidos como “lenda da música latina” em prêmio a ser entregue no dia 7 de novembro em Las Vegas, na véspera da cerimônia do Grammy Latino, anunciou nesta segunda-feira (17) a Academia Latina Fonográfica em Miami.
Outro brasileiro que será premiado é o empresário brasileiro João Araújo, que lançou e produziu grandes nomes da música nacional como Gal Costa, Djavan e Caetano Veloso. Além dele, serão lembrados por suas importantes contribuições o mestre argentino de tango Leopoldo Federico e o mexicano Fernando Hernández.
Além dos Paralamas, a cubana Olga Guillot, a costarriquenha Chavela Vargas, o argentino Alberto Cortez, o chileno Lucho Gatica e os mexicanos Tigres do Norte também serão alçados à categoria de “lendas da música latina”.
“Representando vários gêneros de países de todo o mundo, desde a América até a Europa, as pessoas premiadas alcançaram a categoria de lenda da música latina”, disse Gabriel Abaroa, presidente da Academia Latina Fonográfica, com sede em Miami.
A Academia Latina Fonográfica, produtora dos Grammys latinos, é uma organização internacional composta por artistas, músicos, compositores, produtores e outros profissionais do mundo fonográfico de língua hispânica e portuguesa.

Bono Vox comenta participação em filme

Entermagazine.com.br; O vocalista do U2, Bono Vox, falou recentemente sobre sua participação no musical Across the Universe, baseado na música dos Beatles.
O cantor interpreta o personagem Dr. Robert um aspirante a rockstar e galã baseado em alguns poetas beat da costa-oeste dos EUA na década de 60, que segundo Bono é um personagem, “interessante”.
“Esse filme comigo, é meio que, é quase como se ele quisesse ser um rockstar e tem todos esses movimentos idiotas, toda essa confiança e meio que brinca com as mulheres… Pensei, ‘bem, é interessante’”.
Ele também se surpreendeu com como as músicas dos Beatles ainda soam atuais se adaptadas a acontecimentos dos dias de hoje.
“Não é exatamente igual, mas é uma analogia do que acontece hoje em dia. É uma época de mudanças, o começo do século 21. Estamos na era digital, da informação, mas é difícil extrair a informação. As pessoas estão um pouco assustadas. A guerra no Iraque significa que essas músicas que foram escritas durante a era do Vietnam têm uma ressonância extra”, afirmou.
O filme estréia no dia 21 de setembro nos EUA.

Música: Elevation – U2

‘Ninguém que poderia me processar ouviu meu disco’, diz Girl Talk

Lígia Nogueira/ do G1, em São Paulo; Gregg Gillis, 25 anos, o homem por trás do projeto Girl Talk, é um legítimo representante do DJ da era digital. Muito mais do que simplesmente mixar faixas, este jovem engenheiro biomédico de Pittsburgh foi capaz de juntar trechos de músicas de mais de 160 artistas – uns conhecidos, outros nem tanto – em seu último álbum, “Night ripper” (2006), lançado pela Illegal Art.
The Verve, Smashing Pumpkins, Nirvana, Pavement, Britney Spears, Sonic Youth… Estão todos lá, reunidos em pouco mais de 40 minutos, dando forma a algo que vai bem além do conceito de mash-up. E, detalhe: ele não pediu autorização a ninguém. Surpreendentemente, conta ele em entrevista ao G1, não teve nenhum problema legal por causa disso.
“Até agora não deu nenhum problema, o que é uma surpresa”, conta Gillis, que se apresenta em outubro no Tim Festival. “Nenhum artista que poderia implicar com alguma coisa no disco ouviu o álbum.”
Quem for à Marina da Glória, no Rio de Janeiro, ou ao The Week, em São Paulo, pode se surpreender com o cenário, já que os shows do Girl Talk geralmente acabam com todo mundo dançando em cima do palco.
“Durante a apresentação, tudo é tocado ao vivo”, conta o produtor, que começou a carreira nos tempos do colégio tocando em uma banda experimental chamada Joysticks.
“Estou no meio-termo entre a cultura do rock e a eletrônica. Os shows parecem mais com uma festa de house, e no final a situação parece mais um pandemônio, porque não há regras para a balada e cada um deve fazer o que tiver vontade na hora. Não sou cantor, mas às vezes acontece de eu fazer umas intervenções no microfone”, despista.
Apresentações de Girl Talk são conhecidas pelos finais caóticos. Fã de Nirvana, ele acaba de largar o emprego de engenheiro biomédico para se dedicar às turnês. “Eu estava surtando tendo de levar o meu trabalho convencional com as apresentações todos os fins de semana. Nunca pensei em fazer música como um emprego, era mais uma coisa para as horas de lazer. Mas não estava tendo mais tempo de trabalhar em novas músicas também. Está sendo ótimo ter tempo livre para criar e além de tudo poder sair todas noites e acordar tarde no dia seguinte.”
Antes de “Night ripper”, o Girl Talk lançou alguns EPs e faixas incluídas em compilações, além dos álbuns “Secret diary” (2002) e “Unstoppable” (2004). “Levei dois anos para fazer um álbum de pouco mais de 40 minutos”, comenta, sobre o último trabalho. “É esquisito, porque às vezes levo duas horas para fazer um trecho de 15 segundos, outras apenas 15 segundos para montar um trecho com a mesma duração.”
Com tantas idéias na cabeça, Gregg passa boa parte do tempo pesquisando música. “Ouço muito rádio, gosto de sintonizar as estações pop e de músicas antigas. Baixo bastante coisa, até compro alguns CDs. Para mim, pesquisar significa procurar música em tudo o que faço. Se eu estou em algum lugar, fico atento ao que está tocando, e por aí vai.”

Música: You Know I´m no Good – Artoc Monkeys


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