Então, fim de semana produtivo. Estréia dos Simpsons nos Estados Unidos, a Disney proibiu o fumo nos filmes para a “familia”. Bom, já é alguma coisa. Abraço e assistam o video de Thriller e os prisineiros. Vale a pena.
Magic Numbers faz volta ao passado do rock, mas cita Caetano e Beyoncé
SHIN OLIVA SUZUKI Do G1, em São Paulo; Em uma das noites mais geladas do ano em São Paulo, o grupo Magic Numbers recompensou os que tomaram coragem para sair de casa mostrando com empolgação um jeito antigo de fazer rock ‘n roll e bastante carisma em cima do palco.
O show na noite desta quinta-feira (26), parte do festival Indie Rock, ocorreu para um Via Funchal semi-vazio, ainda mais nas duas primeiras apresentações com o grupo carioca Moptop e o paulista Hurtmold. Isso, no entanto, teve influência zero no ânimo do quarteto inglês.
A apresentação teve como base os dois únicos discos da carreira do Magic Numbers – o de estréia, que leva o mesmo nome do grupo, e o recente “Those the brokes”. As músicas abraçam sem constrangimento um saudosismo que passa por Beach Boys e The Mamas & The Papas, principalmente pelas harmonias vocais entre os três cantores da banda, pela suavidade da música e por abordar nas letras o tema de um amor mais inocente.
Sem intenção de segurar o jogo, o Magic Numbers colocou logo na primeira seqüência alguns de seus maiores sucessos, como “Forever lost”, música que converteu muitos em fãs da banda, e “Love’s a game”, faixa com uma levada Marvin Gaye e clima romântico.
Em seguida, na primeira demonstração de simpatia à platéia brasileira, dedicaram a ensolarada “Which way to happy” às duas bandas locais que tocaram na abertura. “Fantásticos, maravilhosos”, disse o cantor e guitarrista Romeo Stodart, que forma a banda com sua irmã Michelle (baixo e vocais) e outro casal de irmãos, Sean Gannon (bateria) e Angela (vocal, percussão e escaleta). A atmosfera “paz e amor” só foi interrompida por uma briga feia entre duas pessoas da pista, mas rapidamente contida pela segurança.
Caetano e Beyoncé
Outra homenagem prestada pela banda foi uma versão de ‘Baby’, composição de Caetano Veloso tornada famosa por meio de Gal Costa e Mutantes. “Essa é a primeira vez que tocamos essa”, disse Romeo, que já havia confessado em entrevistas o interesse pela música brasileira. Mas o grupo fez um cover sem furos e deixou os fãs ainda mais felizes – poucos para o tamanho do espaço, mas entusiasmados e interessados do começo ao fim do show.
Com uma bandeira brasileira amarrada no pedestal ao final do show, o Magic Numbers ainda trouxe mais uma surpresa ao recriar o megahit “Crazy in love”, de Beyoncé. O público moderninho mostrou inicialmente desconforto com o sucesso de rádio FM, mas deixou-se levar pela bela combinação das vozes de Romeo e das duas meninas – sem, no entanto, contar com os passos de dança que Michelle proporcionou na apresentação do Rio, na noite anterior. No final, o grupo acertou no palco tanto no seu apego à tradição quanto no que se propôs a arriscar.
Nos shows de abertura, com uma platéia em número bastante reduzido, os cariocas do Moptop tocaram faixas do seu disco de estréia, lançado por uma grande gravadora e que suscitou comparações com grupos do chamado novo rock de fora como Strokes e Franz Ferdinand. Depois, o Hurtmold mostrou sua sonoridade experimental e totalmente instrumental, interpretada com instrumentos como vibrafone, trompete e escaleta e de várias camadas musicais.
Música: Boy – The Magic Numbers
Estréia do filme dos Simpsons agita fãs do mundo todo
Da AFP; Já se passaram 18 anos desde que ouvimos o primeiro suspiro de Homer por uma rosca e o primeiro ‘ai, caramba!’ do endiabrado Bart Simpson. Agora, pela primeira vez, o público poderá ver a família mais problemática dos Estados Unidos na tela de cinema.
Mas será que a versão cinematográfica de “Os Simpsons”, que estréia nesta sexta-feira (27) nos Estados Unidos, vai ficar à altura das expectativas de seu ansioso público?
A questão é se o filme conseguirá cativar um público além de seu fiel grupo de fãs, que acompanha religiosamente todas as temporadas da família Simpson.
Se na televisão a série ainda garante bons níveis de audiência para o canal “Fox”, alguns números caíram significativamente nos últimos anos.
Entre 1989 e 90, a série de animação atraía uma média de 27,2 milhões de telespectadores por episódio. Em 2006, esse número caiu para 8,8 milhões.
Inicialmente exibido como um quadro de animação do programa do comediante Tracey Ullman na TV, “Os Simpsons” agradou tanto que, em 1988, virou um desenho de meia hora.
Desde então a série se tornou uma referência no cenário da cultura pop americana, contabilizando mais de 400 episódios, 23 prêmios Emmy e o título de “melhor programa de TV do século 20″, de acordo com a revista “Time”. Além disso, é a série de TV há mais tempo no ar nos Estados Unidos.
Al Jean, produtor executivo de “Os Simpsons – O filme”, garante que o longa-metragem não vai desapontar os fãs da série. “Esperamos 18 anos para fazer o filme porque não queríamos fazê-lo simplesmente porque podíamos; queríamos fazer quando fosse a hora certa”, afirmou Jean. “Nosso filme não é apenas uma seqüência de três episódios, ele tem coração”.
E o “coração” do filme é, como não poderia deixar de ser, mais uma trapalhada de Homer, que dessa vez tem que salvar o mundo de uma catástrofe ambiental que ele mesmo provocou com seu porco de estimação.
“Não devo baixar uma cópia ilegal desse filme”, escreve Bart no quadro-negro da escola primária de Springfield, na versão para o filme da clássica apresentação que abre cada episódio da série.
Com tamanho sucesso e enriquecendo tantas pessoas, parecia apenas uma questão de tempo até que Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie chegassem aos cinemas.
No entanto, o próprio criador Matt Groening admite que nunca se esforçou muito para produzir um filme com os personagens que o tornaram famoso. “Levamos 18 anos para fazer o filme porque somos preguiçosos”, disse Groening. “Já nos fizeram essa pergunta várias vezes e nunca conseguimos dar uma boa resposta.”
O criador da série disse que Homer é tão estúpido que até os roteiristas e produtores que fazem a série competem entre si para ver quem cria a trapalhada mais idiota do marido da complacente Marge.
“Simpsons – O Filme” tem a melhor estréia de uma adaptação para a TV
da Folha Online; “Simpsons – O Filme” arrecadou no fim de semana de estréia US$ 71,9 milhões entre sexta-feira e domingo nos Estados Unidos. O valor bateu recorde ao somar a maior arrecadação de uma adaptação de TV para o cinema.
O filme da desajustada família Simpsons bateu a semana de estréia de “Missão Impossível 2″ (US$ 57,8) e “Bob Esponja – o Filme” (US$ 32), por exemplo.
“Estamos perplexos”, disse Chris Aronson, vice-presidente da distribuidora 20th Century Fox. “O filme superou a mais otimista das expectativas”, acrescentou.
Em segundo lugar do ranking de arrecadações do fim de semana aparece a comédia “I Now Pronounce You Chuck and Larry”, com US$ 19 milhões.
“Harry Potter e a Ordem da Fênix” ocupa o terceiro lugar, com US$ 17,1 milhões. Há três semanas em cartaz, o filme arrecadou US$ 242 nos Estados Unidos.
A comédia musical “Hairspray”, um remake do filme de 1988 de John Water sobre uma adolescente gordinha que quebra as regras de discriminação nos anos 60, ficou em quarto lugar, com US$ 15,5 milhões.
Em seguida vêm “Sem Reservas”, com Catherine Zeta-Jones (US$ 11,8 milhões), “Transformers” (US$ 11,5 milhões) e “Ratatouille” (US$ 7,2 milhões).
“Simpsons – O Filme” é inspirado na série exibida por mais tempo na história da televisão americana –foram mais de 400 episódios e 18 anos no ar. No Brasil, o filme deve chegar aos cinemas no dia 17 de agosto.
Confira as dez maiores bilheterias do fim de semana nos EUA:
1. “Simpsons – O Filme” (US$ 71,9 milhões)
2. “I Now Pronounce You Chuck and Larry” (US$ 19 milhões)
3. “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (US$ 17 milhões)
4. “Hairspray” (US$ 15,5 milhões)
5. “Sem Reservas” (US$ 11,8 milhões)
6. “Transformers” (US$ 11,5 milhões)
7. “Ratatouille” (US$ 7,2 milhões)
8. “Duro de Matar 4.0″ (US$ 5,3 milhões)
9. “I Know Who Killed Me” (US$ 3,4 milhões)
10. “Who’s Your Caddy?” (US$ 2,9 milhões)
Música: Thriller – Michael Jackson
Video da dança no link – http://www.youtube.com/watch?v=hMnk7lh9M3o
Ví isso a primeira vez no Jornal da Globo. Interessante. Se puderem assistam.
IBM cria código de conduta para funcionários no Second Life
da Associated Press, em San Francisco; Na tentativa de evitar questões embaraçosas no universo online, a IBM decidiu estabelecer alguns direcionamentos para seus cerca de 5.000 funcionários que transitam pelo “Second Life” e outras comunidades.
Os executivos da companhia alegam que a posse de um código de conduta é algo como uma aprovação oficial da empresa ao hábito de seus colaboradores de habitar o universo online, e também uma espécie de “incentivo”.
A IBM, no entanto, tem um incentivo financeiro para a atitude. A companhia espera lucrar com a consultoria para clientes que desejam criar estratégias de negócios para mundos virtuais.
A empresa criou um centro de varejo no Second Life para a empresa Circuit City Sores. “A Internet #D terá um grande impacto nos negócios, na IBM e nos nossos clientes, e a única maneira de compreender isso é usando-a”, disse Irving Wladawsky-Berger, um gerente técnico aposentado da IBM e atual professor de engenharia no Massachusetts Institute of Technology (MIT).
A Intel também está produzindo um informe com dicas e planeja oferecer um curso voluntário neste ano para funcionários que usam blogs, comunidades ou universos virtuais.
Cerca de 150 colaboradores da Intel conduzem reuniões de negócios no Second Life. “Para aqueles colaboradores que estejam hesitantes, regras de conduta podem oferecer incentivo e a filosofia da empresa de que eles necessitam para entrarem no mundo virtual”, diz Gina Bovara, especialista em marketing da Intel, que mantém o mailing list da empresa no Second Life.
Música: 1974 – Ryan Adams
Disney proíbe referências ao fumo nos filmes
Da Reuters; A Walt Disney Co. tornou-se nesta quarta-feira (25) o primeiro grande estúdio de Hollywood a proibir quaisquer referências ao fumo, dizendo que não vai permitir esse tipo de imagem nos filmes da Disney voltados para a família e que irá “desencorajar” essa prática em filmes distribuídos por seus selos Touchstone e Miramax.
O executivo-chefe da Disney, Robert Iger, disse ainda em uma carta ao congressista republicano Edward Markey, cujo comitê realizou no mês passado audiências sobre os efeitos das imagens em filmes sobre as crianças, que o estúdio irá colocar anúncios antitabagismo nos DVDs de todos os filmes futuros que mostrem pessoas fumando.
Ele declarou que a empresa irá incentivar os donos de cinema a exibir anúncios antitabagismo (PSAs na sigla em inglês) antes desses filmes.
Iger alertou, entretanto, que “o fumo de cigarro é um problema isolado e essa iniciativa dos anúncios não abre precedente para nenhuma outra questão”.
O deputado Markey descreveu o comprometimento da Disney como “pioneiro” e instou outros estúdios a seguir o exemplo.
Cheryl Healton, médico e presidente da Fundação Legado Americano (ALF) parabenizou a Disney pelo gesto, mas disse que o estúdio deixou “uma certa ambiguidade a respeito do que irá acontecer em relação à Touchstone e à Miramax”.
Mais chance de fumar
Pesquisas citadas pela ALF, uma organização beneficente criada depois de um litígio histórico entre a indústria do tabaco e a Procuradoria-Geral dos EUA, mostram que 90 por cento dos filmes contêm cenas de fumo e que as crianças mais expostas ao fumo nos filmes têm uma probabilidade até três vezes maior de começar a fumar.
O fumo é apresentado em três quartos dos filmes nas categorias G (livre), PG (recomendado para crianças com reservas) e PG-13 (recomendado para crianças de 13 anos ou mais), e em 90 por cento dos filmes da categoria R (adultos), demonstraram os estudos.
A produtora independente Weinstein Co. já exibe os anúncios antitabagismo produzidos pela American Legacy Foundation antes de seus filmes que mostram cenas de fumo, disse Healton.
Joss tenta divulgar James Morrison nos EUA
Entermagazine.com.br; A cantora Joss Stone tem incentivado os fãs em seus shows a conhecerem o trabalho e comprarem discos do cantor britânico James Morrison.
A intenção é que o incentivo abra as portas do mercado norte-americano para o compositor, ainda mais conhecido no Reino Unido.
“A voz dele é tão bonita. Amo o trabalho dele. Canto a canção dele Wonderful World em meu show. Alguns norte-americanos conhecem músicas dele, outros não”, explicou.
“Antes de cantá-la no show eu digo, ‘Se você ainda não tem uma cópia do disco dele, faça um favor a você mesmo, vá e compre’”, disse Joss.
“Não sei se ele sabe, mas ele é um doce, uma alma boa e uma voz matadora. Quando se escuta a voz dele, sabe-se que ele realmente sente o que canta. Isso é tudo o que você precisa para fazer música soul. Não interessa o estilo que você cante desde que você acredite no que está dizendo. Norte-americanos adoram isso”.
Música: Wonderful World – James Morrison
Offspring anuncia novo baterista
Entermagazine.com.br; O Offspring anunciou Pete Parada como seu novo baterista, que fará seu primeiro show com a banda no Summer Sonic no Japão, em agosto.
O músico já tocou em grupos como Saves The Day, Face to Face e Alkaline Trio.
A banda continua dando os toques finais em seu novo trabalho, que ainda não tem data de lançamento definida. As baterias do novo álbum foram gravadas por Josh Freese, que já tocou com NIN, Vandals e Devo.
Atom Willard continua focado em seu trabalho com o Angels & Airwaves.
Música: Hunting for Witches – Bloc Party
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