Boas notícias Fraz Ferdinand faz show com músicas que podem fazer parte do próximo cd da banda. Maravilha!!

 Paul McCartney lançou ontem álbum na Europa pela Starbucks

da France Presse, em Paris; Depois de ter deixado o controle nas mãos do produtor Nigel Godrich em seu disco “Chaos and Creation in The Backyard”, Paul McCartney retoma as rédeas de sua carreira em seu novo álbum, “Memory Almost Full”, lançado ontem na Europa pelo selo criado pela rede americana de cafés Starbucks.
“Chaos and Creation in The Backyard”, lançado em setembro de 2005, foi muito elogiado pela qualidade das músicas do ex-Beatle e pela produção de Godrich, conhecido colaborador do grupo Radiohead. Godrich foi tão rigoroso com o ex-Beatle que rejeitou algumas de suas canções.
Desta vez, para “Memory Almost Full”, McCartney reassumiu a produção junto com um produtor mais dócil, David Kahne, com quem já havia trabalhado para “Driving Rain” em 2001.
“Memory Almost Full” é o primeiro CD do selo Hear Music, criado pela rede de cafés americana Starbucks. O trabalho estará disponível hoje para compras nos Estados Unidos.
O disco será vendido nos cafés Starbucks, nas lojas de discos tradicionais e na internet, em formato digital.
Do álbum, o músico lançou o clipe de “Dance Tonight” no YouTube com participação da atriz Natalie Portman.
Rodrigo Santoro perde prêmio para Jack Nicholson no MTV Movie Awards

da Folha Online; O ator Rodrigo Santoro, 31, não levou a Pipoca de Ouro, prêmio da MTV Movie Awards, na categoria melhor vilão.
O brasileiro foi indicado para o prêmio por sua atuação como o imperador persa Xerxes, no filme “300″ (2007), mas perdeu para o veterano Jack Nicholson, que viveu o mafioso Costello em “Os Infiltrados” (2006).
Ele concorreu com outras estrelas do cinema hollywoodiano como Bill Nighy, como Davy Jones (o capitão “cara-de-polvo”) de “Piratas do Caribe – O Baú da Morte”, Meryl Streep por Miranda Priestly em “O Diabo Veste Prada” e Tobin Bell por Jigsaw em “Jogos Mortais 3″.
A cerimônia foi realizada no último domingo (3), nos Estados Unidos, e transmitida ao vivo pela MTV americana.
Johnny Depp foi o grande vencedor da noite, conquistando o troféu de melhor ator pela atuação do adorado capitão Jack Sparrow, em “Piratas do Caribe – o Baú da Morte” (2006). O filme também foi considerado o melhor do ano.
Depp agradeceu ao produtor Bruckheimer. “Este é o homem que fez tudo certo. Sem ele, hoje eu não estaria aqui.”
O ator Sacha Baron Cohen recebeu dois troféus: um na categoria de melhor ator de comédia, por “Borat; o Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão viaja à America” (2006); e outro como melhor beijo –este dividido com Will Ferrell– no filme “Talladega Nights: The Ballad of Ricky Bobby”.

Música: Razões e emoções – NxZero

Korn revela o nome do novo disco

Entermagazine.com.br; O Korn acaba de definir o nome de seu novo disco de estúdio: Untitled, que será lançado no dia 31 de julho.
De acordo com a Billboard, algumas das faixas do novo álbum do Korn são Evolution, Starting Over, Do What They Say, Trained Response, Ever Be e Love & Luxury.
O vocalista Jonathan Davis afirmou que Ever Be e Luxury & Love são inspiradas no livro Save Me From Myself: How I Found God, Quit Korn, Kicked Speed, and Lived to Tell the Tale, escrito pelo ex-guitarrista da banda, Brian Welch.
“Fiquei muito irritado com o fato de ele publicar isso e de ganhar dinheiro falando merd* sobre nós, os caras que lhe deram tudo, que lhe colocaram na posição em que ele está. Se você não quer ficar na banda, tudo bem, mas não saia por aí falando mal de nós”, explicou.
Jack White furioso com DJ que vazou Icky Thump

Entermagazine.com.br; Como muitos já sabem, desde a noite de quarta-feira, dia 30 de maio, circula pela internet o novo álbum do White Stripes, Icky Thump, que vazou na web logo após ser tocado na íntegra pela DJ Elektra, da rádio norte-americana Q101.
Em um post em seu blog, a DJ contou que logo após tocar o novo álbum dos Stripes, recebeu uma ligação de Jack White, furioso com o fato do álbum ter sido tocado e por já estar na internet. No mesmo post ela fala sobre a experiência. Leia a tradução:
“Durante meu programa, a Q101 passou a ser a primeira rádio em todo o mundo a tocar o novo disco do White Stripes, Icky Thump. É incrível. É muito, muito brilhante e maravilhoso”.
“Duas horas o escritório da Q101 recebeu uma ligação de Jack White da Espanha, onde eles estavam excursionando, procurando especificamente por mim, para gritar comigo por ter vazado o disco e, em parte, ter ‘bagunçado com a indústria da música’.
“Jack falou que eu tinha de assumir a responsabilidade pro ter vazado o álbum e perguntou se eu estava arrependida pelo que tinha feito. Meus colegas de rádio entraram na ligação – eu estava claramente frustrada – e me apoiaram 100%. Tentamos explicar a ele que alguém nos deu a cópia do disco que estávamos muito excitados de tocar, e que a experiência de uma hora foi uma celebração a ele e a sua banda, mas ele não estava querendo saber. Ele desligou muito, muito bravo e pensei que eu fosse chorar”.
“Depois de falar com o empresário do Jack e entender o lado deles da história, voltamos ao ar para explicar a situação aos ouvintes. Respeitamos o desejo de Jack de não querer ir ao ar e então não colocamos a gravação da conversa no ar, mas conversamos sobre o que foi dito e o que havia acontecido. Sou extremamente grata a todos que me ligaram para oferecer apoio. Não acho que eu esteja ajudando a arruinar a indústria da música. Acho que deixei as pessoas excitadas com o novo disco do White Stripes. Sei que esta foi a nossa intenção”.
“Eu ainda acho o Jack White um músico incrivelmente talentoso, e ainda acho o novo disco incrível. Eu apenas acho que não vou conseguir ouvir o álbum sem me sentir uma merd* por um bom tempo”, explicou a DJ em seu blog.

Música: Ick Thump – The White Stripes

Bandas participam de especial dos Beatles

Entermagazine.com.br; A BBC Radio 2 transmite no sábado, dia 2 de junho, o especial que celebra o aniversário de 40 anos do disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles.
O especial é dividido em duas partes e a primeira edição conta com as seguintes performances: The Magic Numbers (She’s Leaving Home), Kaiser Chiefs (Getting Better), Bryan Adams (Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band), The Fray (Fixing A Hole) e Razorlight (With A Little Help From My Friends).
A segunda parte do especial deve ser exibida no dia 16 de junho.
Fãs terão de esperar até 2008 para comprar Beatles na Internet

da Folha Online; Os fãs dos Beatles provavelmente vão ter de esperar até o próximo ano para comprar faixas do grupo em lojas on-line como a iTunes, da Apple. Isso foi dito pela viúva de George Harrison.
Olivia Harrison disse que é necessário fazer algumas negociações antes de liberar a venda na internet.
Todos os CDs do grupo já foram remasterizados. A Apple se interessa em comercializar o acervo.
A viúva disse que há a possibilidade de que as músicas estejam disponíveis pelo fim do ano, em uma previsão mais otimista.
Paul McCartney, cada vez mais ativo no marketing digital, disse que à “Billboard”, que um acordo para a venda de singles dos Beatles na internet estava praticamente fechado anteriormente.
Em seguida, o ex-Beatle retificou a declaração, dizendo que não o serviço não estaria disponível a tão curto prazo.

Música: Checkered Floor – Silversun Pickups

Quarteto escocês Travis está de volta, mas sem inovações

Lauro Lisboa Garcia do Estadão; Para o bem e para o mal, The Boy with no Name (Sony/BMG) é muito Travis. O lado bom é o que os fãs antigos não devem se decepcionar com as baladas melancólicas e o bom vocal de Francis Healy, além da guitarra característica de Andy Dunlop. O dado menos interessante é que o quarteto escocês não avança um centímetro além de seu estilo familiar. Há quem veja algo positivo no fato de Healy, Dunlop, Dougie Payne (baixo) e Neil Primrose (bateria) não promoverem nenhuma mudança radical. No balanço dos extremos, sai ganhando a primeira metade do álbum, que concentra as canções mais resistentes, como Selfish Jean, Battleships e Eyes Wide Open.
A partir da sétima faixa, o CD não se sustenta bem, porque as canções são menos consistentes. Tem até uma faixa escondida (quem ainda acha graça nisso?), Sailing Away, lá pelo sexto minuto de New Amsterdam, e outra como bônus na edição britânica, mas nenhuma realmente faz diferença. O primeiro single, Closer, não é o que há de melhor no álbum, mas ainda assim é uma vitrine honesta. Ou seja, é tudo meio quase que vai acontecer, mas não acontece. Tem charme e calor, mas falta novidade.
O álbum arranca bem com 3 Times and You Lose, balada que começa etérea e ganha pulso, como outros bons exemplares do passado. O rock uptempo Selfish Jean é a boa e dançante exceção. Ainda que sem ousar além da fórmula Travis, é uma das mais vívidas canções do grupo em anos. A virtude de Big Chair, além da bonita melodia, é a escolha dos timbres de teclado, em combinação sedutora com o baixo no início. Chorosa, arrastada, Closer tem apelo radiofônico, comercial, e não resiste a muitas audições. Battleships e Eyes Wide Open levantam um pouco o ânimo. Depois vem a queda.
Os desavisados e não iniciados no som do Travis vão achar muita coisa parecida com o Coldplay e similares, mas vale lembrar que o crédito é dos escoceses. Certa vez, Chris Martin referiu-se a eles desta maneira: “A banda que inventou minha banda e uma porção de outras.” Acontece que, desde seu último álbum de estúdio, 12 Memories (lançado em 2003), não só o Coldplay, mas outros grupos replicantes, como Keane, Snow Patrol, Embrace, etc., avançaram terreno, deixando o Travis na saudade. Esperava-se um veemente retorno, algo no nível de The Man Who (1999), para fazer valer seus direitos, mas The Boy with no Name só fica na promessa.

Música: Big chair – Travis

Klaxons é a sensação do momento para dançar

Lauro Lisboa Garcia do Estadão; Ontem foi o Arctic Monkeys, no momento é Klaxons, para amanhã já tem um monte na fila. Todo mundo sabe como funciona a engrenagem voraz da indústria do pop-rock britânico e a mídia que o promove. Apesar dos contras, o NME (New Music Express) continua ditando a opinião dos críticos de rock do mundo todo. Aí você passa meses ouvindo falar até vomitar sobre uma tal nova banda “indie”, que é o grande acontecimento, e quando vai ouvir bate aquele bode: ah, então tudo aquilo era só isso? Essa sensação rolou com o Arctic Monkeys, cujo segundo álbum, recém-lançado, só confirma que quem acreditou no hype meio que se sentiu no papel de mané.
O jogo de cena se repete agora com o trio londrino Klaxons, que acaba de ter o álbum de estréia Myth of the near Future (Universal) lançado no Brasil. Não por acaso, o trio – formado por Jamie Reynolds, James Righton e Simon Taylor – é o novo queridinho NME. A partir daí Myth passou a figurar nas listas de álbuns mais esperados de 2007. É um bom CD, mas é melhor dançar com um pé atrás. Numa capa recente sobre o grupo, o NME cunhou esta frase debaixo de seu nome: “Este país precisa de nós”, dita por eles. Bem, eles estavam se referindo à necessidade de fazer festa, mas se o título do álbum (“mito do futuro próximo”) não for uma ironia, está confirmada a pretensão. Aí já perde a graça.
Diz-se que, ao lado de New Young Pony Club e Shitdisco, eles são os expoentes de ponta da new rave, cujo rótulo também ressoa ironia. Na essência, Klaxons é uma banda de rock, fluorescent rock, mas traz influências da dance music dos anos 80 e do movimento rave britânico dos anos 90, com muito barulho de sirenes, apitos, certos floreios pseudo-experimentalistas e ecos de pós-punk. É uma mistura meio caótica, um passo adiante do Prodigy e do Chemical Brothers. Divertido para uma noite dançante (essa é a idéia), o CD tem canções eficazes para isso, como Two Receivers (hum, com certeza já ouvimos muito disso nos anos 80), Gravity’s Rainbow, As Above so Below (um aceno a David Bowie?), além de Forgotten Works e Golden Skans, de sonoridade mais “limpinha”.
Reynolds, Righton e Taylor formaram o Klaxons em 2005. O primeiro impulso veio com o single de Gravity’s Rainbow (que ganhou remix do Soulwax), mas a banda decolou mesmo como o single seguinte, Atlantis to Interzone. Ruidosos como os “macacos árticos”, mas um tanto mais interessantes, eles ainda são apenas mais um no circo, mas em compensação têm um nome mais sonoro e ainda não desgastado por exaustivas alusões. Ainda não dá para saber se eles vão durar só até a próxima reposição de estoque de “novidades”. Por enquanto vale a festa.

Música: Atlantis to interzone – The Klaxons

Franz Ferdinand: novas canções em show surpresa

Entermagazine.com.br; O Franz Ferdinand fez seu retorno aos palcos de sua cidade natal com um show no Grand Ole Oprey para apenas 700 pessoas. Detalhe: a apresentação foi surpresa.
O grupo ainda aproveitou a oportunidade para tocar 5 músicas novas que podem estar em seu próximo disco.
O nome das novas canções: Anyone In Love, New Thrill, English Goodbye, Favourite Lie e Turn It On.

MCR e Yellowcard travam batalha nos EUA
 
Entermagazine.com.br; Uma verdadeira ‘guerra’ vem sendo travada entre o Yellowcard e o My Chemical Romance nos EUA.
O motivo: o público pode votar em diversas bandas para participar da série Sessions Under Cover, da AOL, na qual os grupos mostram um cover e também músicas próprias em versões acústicas.
A votação já conta com 700 mil votos e o Yellowcard leva uma pequena vantagem (51%) sobre o MCR (45%), mas ambos estão disparados a frente de qualquer outro artista que participa da votação.
O vocalista do Yellowcard, Ryan Key, chegou até a pedir votos para os fãs através do blog da banda no Myspace.
Seguidores do My Chemical Romance não ficaram atrás e resolveram enviar ao portal o simpático desenho ao lado.
As votos serão computados até a sexta-feira, dia 8 de junho.
The Cult anuncia nome do novo álbum

Entermagazine.com.br; O The Cult acaba de anunciar o nome de seu novo disco: Born Into This, que deve ser lançado no dia 25 de setembro.
O lançamento do novo álbum do Cult será feito em conjunto pela Roadrunner Records e pelo selo da banda, o New Wilderness.
Green Day pode ter produtora em novo disco

Entermagazine.com.br; A cantora Courtney Love acaba de revelar que a sua parceira compositora Linda Perry vai produzir o novo disco do Green Day.
Ao falar sobre a colaboração de Perry em seu novo disco, Courtney deixou escapar que a compositora vai trabalhar com o Green Day no sucessor de American Idiot.
“Além do meu novo disco (Nobody’s Daughter)ela pegou o do Green Day. Isso é um furo de reportagem, e eu entreguei com minha grande boca”, brincou Love em entrevista a BBC6.
No entanto, a informação ainda não foi confirmada pelo Green Day e nem por sua gravadora. Fique ligado para mais informações!

Música: Office Boy – Bonde do Rolê


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